Rodrigo Caetano, diretor de futebol do Fla, faz pente-fino no mercado, em busca de atacantes
O que foi visto como um ponto forte do Flamengo, no início da atual temporada, pode agora virar o calcanhar de Aquilles da equipe em 2018. O setor ofensivo do time rubro-negro teve jogadores do quilate de seleção, mas corre o risco de começar o próximo ano esvaziado.
No total, são oito atacantes presentes hoje no elenco do Flamengo, dos quais dois não têm condição de jogo e um pode deixar o time antes do previsto.
A punição de um ano aplicada a Paolo Guerrero pela Fifa por causa de doping mudou os planos do Flamengo para a próxima temporada. O Rubro-Negro, que planejava contratar apenas um atacante para 2018 (a pedido do técnico Reinaldo Rueda), deve buscar mais um para substituir o centroavante peruano.
O contrato de Guerrero com o Flamengo vai até agosto de 2018. Por isso, se não conseguir reverter a punição de um ano, o atacante não deve atuar mais pelo Rubro-Negro, que já está analisando nomes para a próxima temporada. Calleri, argentino, ex-jogador do São Paulo e, atualmente, no Las Palmas-ESP, por exemplo, é monitorado. Enquanto isso, vários outros têm sido oferecidos.
Rodrigo Caetano, diretor executivo do Flamengo, e outros dirigentes têm recebido ainda mais, por causa da suspensão de Guerrero, ligações com ofertas de empresários, nomes de jogadores, possibilidades... Todas (ou quase todas) são analisadas. A ideia do Rubro-Negro é contratar dois atletas para o setor ofensivo, pelo menos um centroavante.
O técnico Reinaldo Rueda já tinha pedido à diretoria do Flamengo um atacante para a próxima temporada. Como chegou já no meio de 2017, o treinador colombiano não teve participação na montagem do atual elenco e quer reforçar a equipe para 2018. Como ainda está na final da Sul-Americana, o Rubro-Negro não tem avançado em investidas por novos nomes, por enquanto.