Vencedor de duas etapas do Circuito, além de um 2º lugar e dois terceiros, o brasileiro embolsou R$1.232.065,58 (US$ 374.750)
Gabriel Medina terminou o ano no topo do planeta. Vencedor de duas etapas do Circuito, além de um segundo lugar e dois terceiros, o brasileiro embolsou R$1.232.065,58 (US$ 374.750) na temporada, encerrando 2017 como o surfista mais bem pago do mundo.
John John, que conquistou o bicampeonato do Circuito Mundial na última segunda-feira, aparece na segunda colocação, com R$1.060.283,25 (US$ 322.500) arrecadados. Apesar de ter terminado o ano em décimo, Filipe Toledo, o Filipinho, foi o terceiro mais bem pago do ano. Como o paulista venceu duas etapas, ele levou para casa uma bolada de R$ 996.173,10 (US$ 303.000).
Ao todo, três brasileiros aparecem no Top 10 dos mais bem pagos do ano pela Liga Mundial de Surfe (WSL). Adriano de Souza, o Mineirinho, divide a sétima colocação do ranking com o australiano Owen Wright. Os dois faturaram R$ 763.568,33 (US$ 232.250) cada.
De acordo com a WSL, Gabriel Medina (Brasil) fechou o ano com US$ 374.750 seguido por John John Florence, com US$ 322.500; Filipe Toledo (Brasil), com US$ 303 mil; Jordy Smith (África do Sul), com US$ 284.250; Julian Wilson (Austrália), com US$ 282.250; Matt Wilkinson (Austrália), com US$ 271.750; Adriano Souza (Brasil) e Owen Wright (Austrália), com US$ 232.250 cada; Jeremy Flores (França); com US$ 220.750 e Kolohe Andino (Estados Unidos), com US$ 203.250.
Título. Gabriel lutou pelo título com o havaiano John John Florence até a última etapa, mas acabou eliminado nas quartas de final do Havaí para o francês Jeremy Flores, que já o havia vencido na quarta rodada, e deixou a disputa pelo bicampeonato.
“Não foi dessa vez, mas dei meu melhor, aprendendo todos os dias, superei obstáculos, e eles me deixaram com mais vontade. Por isso acreditei até o fim”, destacou Medina.