Meio-campista pode ser escalado hoje no time titular do Verdão contra o Botafogo, no Allianz Parque
Tido como um dos principais reforços do Palmeiras para 2018, Gustavo Scarpa não teve a temporada que Expectativa é de que Scarpa tenha oportunidade de cavar a sua vaga na equipe. Entre problemas judiciais e físicos, atuou bem menos do que gostaria. Em 2019, já com a disputa nos tribunais com o Fluminense encerrada, o meia de 25 anos espera retomar justamente o nível que apresentou em seu clube anterior. O começo foi animador.
Titular na estreia do time alviverde no Campeonato Paulista, o campineiro teve uma atuação satisfatória. Foi de seus pés que saiu o gol marcado por Borja no empate por 1 a 1 com o Red Bull, no domingo (20). Scolari gostou, embora seus problemas intestinais o tenham impedido de fazer os devidos elogios. E a expectativa é de que o jogador tenha oportunidade de cavar a sua vaga na equipe.
Com a partida contra o Red Bull, Scarpa chegou a apenas 25 pelo Palmeiras, com seis gols marcados. Agora é a hora de ele buscar uma frequência em campo que ainda não conseguiu de verdade. O espaço está aberto. A faixa do gramado em que ele gosta de atuar é aquela ocupada por Willian – que se recupera de lesão grave no joelho direito – na maior parte da campanha da conquista da última edição do Campeonato Brasileiro.
As características são diferentes. Scarpa é mais armador, embora goste bastante de finalizar. Mas a armação pela direita pode provocar um bom equilíbrio com a agressividade do atacante Dudu pelo outro lado. A primeira impressão foi boa. O que o camisa 14 busca, agora, é contribuir consistentemente com a formação alviverde, algo que ele não conseguiu no ano passado.
Mudanças. Por questões físicas, Scarpa atuou apenas por 45 minutos contra o Red Bull. Como evitou desgaste maior, ele tem boa chance de ser escalado nesta quarta-feira, contra o Botafogo, no Allianz Parque.
É certo, porém, que haverá várias alterações no Palmeiras na segunda rodada do Campeonato Paulista. Adepto do rodízio, Felipão já avisou que este momento da temporada não é hora de forçar a musculatura de ninguém.
“Só depois de 30, 35, 40 dias os atletas vão ganhando condições. Jogamos em gramado fofo, o que desgasta. Vamos rodar para a próxima partida, trocar sete ou oito. Só no quinto ou sexto jogo, quem sabe, a gente estará pronto”, avisou o chefe.