Não há cruzeirense que viveu os anos 90 que não relembre com carinho e saudosismo do período mais vitorioso da história celeste
Não há cruzeirense que viveu os anos 90 que não relembre com carinho e saudosismo do período mais vitorioso da história celeste. Foi naquela década que o clube se tornou um gigante internacional, com a conquista de seis canecos. O momento atual, contudo, é menos empolgante. Fora da Copa Libertadores, o Cruzeiro terá a Copa Sul-Americana pela frente. Mas por que não tentar reviver aquela época, resgatar o espírito copeiro além fronteiras? É isso que pretende o técnico Mano Menezes, que prometeu valorizar o torneio internacional.
"É uma competição (Copa Sul-Americana) extremamente atraente, em que você tem calendário para o ano todo numa competição internacional com características de jogos diferentes, que atraem o torcedor. Para o Cruzeiro, que já teve muitas conquistas sul-americanas, é algo que lembra os grandes momentos, um saudosismo gostoso. A gente não pode abrir mão de tentar ir avançando na competição", disse Mano.
A estreia do Cruzeiro na Sul-Americana, diante do Nacional-PAR, está marcada para o Mineirão, em 4 de abril, às 21h45. O confronto será três dias depois do clássico contra o Atlético, pela 10ª rodada do Campeonato Mineiro.
O segundo e decisivo jogo, em Assunção, será mais de um mês depois - em 10 de maio, às 19h15. A partida de volta será na semana que começa o Campeonato Brasileiro e dias depois da final do Estadual.
Caso vença o Nacional-PAR e avance, o Cruzeiro se junta a outros 21 vencedores do primeiro mata-mata, além de 10 times da Copa Libertadores (as oito que terminarem em terceiro de cada grupo e as duas melhores da fase preliminar). Dessa forma, 32 clubes formam a segunda fase do torneio, que terá novo sorteio de confrontos. O sistema continua o mesm a Conmebol cria um emparelhamento, dividindo os participantes em 16 duelos. Os melhores avançam até chegar à decisão.