O técnico Mano Menezes evitou falar em terra arrasada após a queda do Cruzeiro nas quartas de final da Libertadores
O técnico Mano Menezes evitou falar em terra arrasada após a queda do Cruzeiro nas quartas de final da Taça Libertadores, na quinta-feira (5), com o empate em 1 a 1 com o Boca Juniors (ARG), no Mineirão - no duelo de ida, o time celeste havia perdido por 2 a 0.
Ele ainda pediu atenção para novos problemas de arbitragem, em referência a expulsão de Dedé na Argentina, e negou falar em obrigação por um título importante no ano. O Cruzeiro ainda disputa o Campeonato Brasileiro e decidirá a Copa do Brasil contra o Corinthians nos próximos dias 10 e 17.
"A gente não vai ter astral baixo, teremos uma dor da perda. A derrota tem que ser sentida diferente de quando a gente vence. Agora temos que ser inteligentes para fazermos a análise correta. O torcedor já teve uma atitude bonita, viu algo em campo que o agradou em termos de entrega. Não deu certo, mas estávamos jogando contra o Boca, não contra o Íbis. Temos uma final pela frente, estaremos fortes, mas também vamos jogar contra um grande, vamos abrir o olho porque as coisas podem se repetir", disse.
Distante dos primeiros colocados no Brasileiro, o Cruzeiro terá na Copa do Brasil a chance de terminar o ano com um grande título. Questionado se a decisão será uma oportunidade de salvar o ano, Mano mostrou irritação e aproveitou para alfinetar o rival Atlético-MG, que ainda não foi campeão em 2018.
"Não temos que salvar nada, aqui em Belo Horizonte já teve gente campeã esse ano. Quem tem que salvar é quem não ganhou nada", disse. Mano fez referência ao título estadual conquistado pelo Cruzeiro diante do arquirrival alvinegro.