
Lionel Messi (Foto/Pixabay)
A Copa do Mundo de 2026, como já era de se esperar, deve ser decisiva para a premiação da Bola de Ouro. E, claro, torcedores de todo o mundo já estão se perguntando: Lionel Messi poderá conquistar o troféu pela nona vez?
Aos 39 anos, Messi já possui oito Bolas de Ouro, mais do que qualquer outro jogador. A derrota na final da Copa, embora diminua um pouco seu favoritismo, de modo nenhum deixa o argentino fora da briga. Não à toa, os operadores brasileiros registram um aumento consistente de operações nos mercados individuais sobre a premiação, com o Código de indicação Superbet entre os cupons mais utilizados por novos cadastros interessados em acompanhar a corrida da Bola de Ouro 2026. As cotações espanholas também subiram após o título da Fúria, mas Messi segue como referência histórica indiscutível.
O craque, afinal, terminou a Copa do Mundo com oito gols e quatro assistências. Além disso, embora não devesse acontecer, o conjunto da obra sempre acaba pesando nesse tipo de premiação. E Messi, por tudo o que fez na carreira, é uma “grife” muito poderosa.
Antes da Copa, a corrida pela Bola de Ouro parecia mais aberta aos destaques do futebol europeu. O torneio, porém, recolocou Messi no centro do debate. Ele marcou em diferentes fases e chegou ao último jogo como um dos artilheiros da competição.
Em seis participações em Copas, soma 21 gols e 12 assistências, recordes do torneio. Na edição atual, esteve envolvido diretamente em 12 dos 19 gols argentinos. O caminho até a final, quando sofreu sua única derrota, foi perfeito: foram sete vitórias, mesmo tendo passado por pressão contra Cabo Verde, Egito, Suíça e Inglaterra.
O desempenho fora da seleção também entra na conta. Messi conduziu o Inter Miami ao título da MLS Cup de 2025, terminou a temporada regular com 29 gols e 19 assistências, foi artilheiro e recebeu o prêmio de jogador mais valioso da liga.
No regulamento da Bola de Ouro, o rendimento individual aparece como primeiro critério, seguido pelas conquistas coletivas e pela postura esportiva. O peso da Copa não é automático, mas cresce quando o jogador assume papel central em uma campanha campeã. Foi assim em 2022, quando Messi ganhou o prêmio após liderar a Argentina no Catar.
Os principais rivais de Messi podem ser dois jogadores que ele enfrentou na final: Rodri e Lamine Yamal. O primeiro foi eleito o melhor jogador da Copa do Mundo, e isso é pode ser um indicativo de seu favoritismo à Bola de Ouro.
Já o segundo sagrou-se campeão mundial aos 19 anos, depois de ter sido eleito o melhor jogador do Campeonato Espanhol na temporada 2025/26. O atacante marcou 16 gols e deu 11 assistências em La Liga, ajudando o Barcelona a defender o título nacional.
Além disso, o jovem já havia sido protagonista na Eurocopa de 2024 e agora ampliou suas conquistas de peso. Sua importância no ataque espanhol vai além dos números: ele abre o campo pela direita, força marcações duplas e cria espaço para os companheiros.
Harry Kane chega ao debate sustentado pelos gols. O centroavante marcou 61 vezes pelo Bayern de Munique na temporada, fez 36 no Campeonato Alemão e conquistou a Chuteira de Ouro europeia. Pela Inglaterra, balançou a rede seis vezes no Mundial. A eliminação na semifinal, porém, tirou dele a chance de fechar a campanha com o título.
Kylian Mbappé deixou a Copa com 10 gols, sendo, pela segunda vez consecutiva, o artilheiro da competição. Pelo Real Madrid, marcou 42 vezes em 44 partidas. A derrota da França para a Espanha e a campanha decepcionante dos merengues em 2025/26 reduziram o peso coletivo de sua temporada, mas seus números continuam fortes.
Ousmane Dembélé, vencedor da Bola de Ouro de 2025, também segue no debate depois de outra temporada vitoriosa do Paris Saint-Germain, bicampeão da Champions League.
Apesar disso, a Copa do Mundo deverá ter um peso enorme na premiação da Bola de Ouro. E, aos 39 anos, Messi poderá ter sua última chance de levantar o troféu. E isso não dependeria apenas do tamanho de sua carreira, mas do que ainda consegue produzir na atualidade.