A espinha dorsal do São Paulo, que ganhou o primeiro turno, era formada por Diego Souza, Everton e Nenê
Divulgação
Agora as lamentações dos são-paulinos são com a queda de rendimento de Nenê
A espinha dorsal do São Paulo, que ganhou o primeiro turno, era formada por Diego Souza, Everton e Nenê.
Tudo começou a ruir com as lesões de Everton, que só atuou em quatro jogos, um completo, dos dez disputados no segundo turno.
Agora as lamentações dos são-paulinos são com a queda de rendimento de Nenê.
Contra o Colorado, o meia-atacante completou oito partidas sem anotar um tento. O último gol ocorreu no dia 22 de agosto, contra o Paraná Clube, em Curitiba.
Essa queda de rendimento fez o jogador deixar de ser um intocável na avaliação do técnico Diego Aguirre.
O veterano, 37 anos, foi substituído nas últimas quatro partidas. Mas, por enquanto, até pela falta de opções, ele não corre o risco de amargar reserva.