ESPORTE

Palmeiras confirma interesse em Cuca e estabelece prazo

Cuca é o plano A, B e C do Palmeiras para substituir Eduardo Baptista. Quem garante é Alexandre Mattos, diretor-executivo de futebol

Publicado em 06/05/2017 às 22:26Atualizado em 16/12/2022 às 13:33
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Cuca é o plano A, B e C do Palmeiras para substituir Eduardo Baptista. Quem garante é Alexandre Mattos, diretor-executivo de futebol do Palmeiras. “Não pensei em outro nome”, admite o dirigente, assegurando também que a decisão de demitir Eduardo só foi tomada em solo brasileiro. “Optamos por esse caminho às 22h, em reunião aqui no Palmeiras”, afirma.

“Antes disso, quem garantia que o Eduardo não seria mais técnico do Palmeiras dizia por dizer”, acrescenta Mattos, que contou com a companhia do presidente alviverde Maurício Galiotte no encontro na Academia de Futebol.

Já há um prazo estabelecido pelo clube para ter seu novo comandante: “Quero resolver até o início da próxima semana”, avisa Mattos. A pressa se explica: quanto antes um técnico for contratado, mais tempo ele terá para ajustar o time, que só volta a campo na estreia do Brasileirão, em 14 de maio, contra o Vasco, no Allianz Parque.

Apesar de o nome de Cuca ser unanimidade, existe preocupação em relação à pedida salarial. O Palmeiras garante que ainda não conversou com o técnico campeão brasileiro sobre valores, mas o Blog apurou que Cuca pretende voltar ganhando R$ 800 mil mensais – o valor inclui os custos com seus dois auxiliares-técnicos fixos, que são Cuquinha e Eudes Pedro.

Eduardo Baptista ganhava aproximadamente R$ 300 mil no Verdão. Ele foi contratado em dezembro justamente para substituir Cuca. Depois de 21 jogos, o filho de Nelsinho Baptista deixa o Palmeiras na primeira colocação de seu grupo na Libertadores, mas eliminado nas semifinais do Paulistão. Foram cinco derrotas, mais do que São Paulo (quatro) e Corinthians (duas). Isso sem contar em pequenos problemas internos.

Por falar em problemas internos, esse foi o grande motivo da saída de Cuca do Palmeiras, mesmo depois do título do Brasileirão. O treinador foi pivô de diversos atritos, boa parte deles com o ex-presidente, Paulo Nobre. O retorno fica mais cômodo porque Nobre não está mais lá, assim como Lucas Barrios, com quem teve diversas rugas.

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