No ano passado, somente a estampa de Crefisa/FAM nos uniformes palestrinos rendeu R$ 66 milhões
A tarde de ontem marcou o início de uma nova era da parceria entre Palmeiras e Crefisa. Em entrevista concedida na Academia de Futebol, com a presença do presidente Mauricio Galiotte e dos proprietários da empresa (José Roberto Lamacchia e Leila Pereira), as duas partes confirmaram a renovação por mais dois anos.
"Hoje é um momento de muita alegria e muito especial para o torcedor do Palmeiras e para todos nós palmeirenses. É um momento no qual estamos aqui para anunciar a renovação do contrato de patrocínio entre Palmeiras, FAM e Crefisa", disse o presidente Mauricio Galiotte, antes de confirmar novos itens no contrato.
"É com muita satisfação que hoje informamos a todos os senhores que temos um novo contrato, de dois anos, superior ao anterior. Um contrato que contempla premiação por conquistas em todos os torneios que o Palmeiras participar em 2017 e 2018", afirmou.
A parceria, conforme termo repetido mais de uma vez por Leila Pereira e pela própria diretoria palestrina, ratifica o Palmeiras como dono do patrocínio mais vantajoso do futebol sul-americano.
O valor fixo do espaço nas camisas se aproximará dos R$ 80 milhões. No novo compromisso, a Crefisa/FAM ainda se propõe a pagar bônus por objetivos esportivos alcançados pelo clube; no caso, por exemplo, a conquista da Copa Libertadores.
No ano passado, somente a estampa de Crefisa/FAM nos uniformes palestrinos rendeu R$ 66 milhões. O aporte financeiro ainda contara com os vencimentos do centroavante Lucas Barrios.