Verdão se reunirá com Leila Pereira, presidente da Crefisa, atual patrocinadora, para negociar a continuidade da marca
Em janeiro, o Palmeiras terá uma importante reunião que pode definir o rumo do clube na temporada. O Verdão se reunirá com Leila Pereira, presidente da Crefisa, atual patrocinadora da equipe, para negociar a continuidade da marca no clube paulista. A renovação de contrato tende a acontecer, mesmo com a tensão entre Leila e o ex-presidente do Palmeiras, Paulo Nobre. O cartola tenta frear a candidatura de Leila ao Conselho Deliberativo do Verdão.
O contrato da Crefisa com o Palmeiras vence no fim de janeiro, e atualmente a patrocinadora paga R$ 78 milhões por ano, contando a verba para bancar os gastos de Lucas Barrios - cerca de R$ 1 milhão por mês. Esta é uma definição importante para o futuro palmeirense, pois a partir disso o clube deve definir a política para trazer reforços mais caros.
É o caso do atacante para a vaga de Gabriel Jesus. Lucas Pratto, do Atlético Mineiro, agrada tanto aos donos da Crefisa quanto ao Verdão, mas é preciso gastar algo entre R$ 35 mi e R$ 50 milhões. Miguel Borja, centroavante do Atlético Nacional, custa até mais do que isso, perto de R$ 70 milhões, e é visto como sonho distante. Hoje, a expectativa é de que o Palmeiras não gaste tanto em um só atleta, apesar dos quase R$ 90 milhões de superávit em 2016.