Antigos aliados, agora completamente afastados. A decisão de Mauricio Galiotte sobre a renovação de contrato com a Crefisa irritou o ex-presidente Paulo Nobre, antecessor e politicamente ligado ao novo mandatário palmeirense até então. De acordo informações publicadas pela Veja e confirmadas por conselheiros, os dois 'romperam relações'. O rompimento entre antigo e atual mandatário é meramente político. Paulo Nobre tomou como última decisão a publicação de uma resolução que propõe o veto à candidatura de Leila Pereira ao Conselho Deliberativo.
O avanço neste sentido caberia a Mauricio Galiotte, que possui relações estreitas e conversas avançadas com a proprietária da Crefisa para renovar o contrato com o clube. O atual mandatário optou por seguir com a empresa e não se opôs à candidatura ao CD, registrada na semana passada.
A ação irritou Paulo Nobre. O ex-presidente se incomodou com a decisão favorável à dona da Crefisa. Desta forma, em pouco mais de um mês de mandato, o antecessor optou por se afastar das decisões do clube e de Mauricio Galiotte, que contou com o apoio do antigo mandatário para a eleição.