Presidente da Fifa, Gianni Infantino, lamentou os episódios de violência que provocaram o adiamento da decisão da Copa Libertadores
Com presença aguardada no Monumental de Nuñez no último sábado (24), o presidente da Fifa, Gianni Infantino, lamentou os episódios de violência que provocaram o adiamento da decisão da Copa Libertadores e disse que não vai interferir no imbróglio que cerca a disputa entre Boca Juniors e River Plate. A partida ainda não tem data definida, sendo que o Boca pretende ficar com o título sem entrar em campo.
"Os eventos de sábado me entristecem. A violência não pode ter lugar no futebol, e a segurança e o bem-estar dos jogadores, espectadores e juízes devem ser sempre a prioridade. É por isso que apoio totalmente as decisões tomadas pela Conmebol, os clubes as autoridades locais", disse em declarações ao jornal argentino La Nación.
Na entrevista, Infantino também negou qualquer tipo de pressão para que a partida fosse disputada no sábado, como chegou a ser noticiado na imprensa argentina. Por conta dos ferimentos de jogadores do Boca, após o ônibus da equipe ser apedrejado na chegada ao estádio, a partida sofreu duas alterações de horários até que fosse adiada para domingo (25), quando sofreu nova postergação.
"Quero esclarecer, devido à série de falsos rumores disseminados, que não pedi em momento algum que a partida fosse disputada. Tampouco ameacei ninguém com punições disciplinares caso o jogo não fosse realizado", disse, ressaltando que a Fifa não vai interferir no episódio.