Foto/Tulio Micheli
Márcio José da Silva, presidente do Naça, planeja mudar finanças do clube
O ano terminou no “quase” para o Nacional Futebol Clube. Na disputa da última edição do Campeonato Mineiro da Segunda Divisão – popular Terceirona, o Alvinegro, por pouco, não conquistou o acesso ao Módulo II do ano que vem. Com o Naça e mais um ano na última divisão do estadual de Minas Gerais, todavia, o clima é de otimismo na presidência.
Na última semana, em entrevista ao Programa JM Esportes – 1º Tempo, na Rádio JM – AM 730 kHz, o presidente do clube, Márcio José da Silva, revelou que a diretoria já trabalha com o planejamento para o próximo ano. A ideia é entrar em campo, mais uma vez, pela Terceirona. “Fizemos um plano de gestão financeira, em que consta o orçamento do time de futebol. Vamos trabalhar durante esse período que teremos, até a volta da Terceira Divisão, para compor valores e uma equipe para realmente participar. Se não, o Nacional fecha as portas. O Nacional é futebol”, disse. A previsão é que a Terceirona de 2016 seja novamente no segundo semestre do ano.
Sobre a pauta financeira do clube, para o aumento da receita, o presidente ressalta que a ideia é rentabilizar com a área no entorno do Estádio JK, que pertence ao NFC. “Desde que assumi a presidência do Nacional, o meu plano é colocar a área do Nacional Futebol Clube para venda, parceria, concessão, para todos os tipos de projetos que vierem. Isso também passando por toda diretoria para que seja aprovado. A área do Nacional está à disposição. Procuramos empreiteiras de Uberaba, empreiteiras de fora e a Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico e Turismo. Colocamos aquela área à disposição de quem quiser investir. O Nacional está aberto a propostas”, disse Márcio, ressaltando ainda as dificuldades do negócio.
“A situação financeira atual do país está dificultando o prosseguimento dessas propostas. Já recebi algumas, pessoalmente. Algumas oficiais, outras não. Mas é importante destacar que está sendo feito um trabalho com relação a isso. A nossa área é nobre, realmente muito valorizada. Temos que ter muito cuidado. Se chegarmos a fazer alguma coisa, podemos até retirar o futebol profissional do JK e passar para um centro de treinamento. Mas isso tudo vai depender dessas negociações”, concluiu o presidente do Naça.