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Após o GP da Bélgica, Hamilton tinha 231 pontos, contra 214 de Sebastian Vettel
De um lado, uma equipe imbatível nos últimos quatro anos, com a melhor estrutura da Fórmula 1 e um piloto atravessando a melhor fase da carreira. De outro, um time em franca ascensão, um carro sem pontos fracos e um tetracampeão mundial como líder. A temporada de 2018 da F-1 tinha tudo para ser extremamente disputada até o final - e estava sendo, pelo menos até a 13ª das 21 etapas, disputada na Bélgica no fim de agosto. Dois meses depois, o que era equilíbrio virou um passeio e o campeonato encaminha para coroar Lewis Hamilton com duas provas para o fim, neste domingo (28), no México.
Após o GP da Bélgica, Hamilton tinha 231 pontos, contra 214 de Sebastian Vettel. A vantagem de equipamento, no entanto, era do alemão, em um momento em que a Ferrari tinha conseguido um salto considerável de potência do motor e vinha trazendo novidades que melhoravam o carro a cada etapa. Era uma questão de tempo, portanto, até que Vettel virasse o jogo.
Mas veio o GP da Itália, com a Ferrari favorita, e Vettel tocou em Hamilton, levou a pior e abriu o caminho para a vitória do inglês. Não foi a primeira vez (nem a última) na temporada que o alemão exagerou na agressividade. Mas a vantagem ferrarista mantinha as esperanças de uma virada.