poderio ofensivo do Atlético da temporada passada não se repete neste começo de 2017. Chamam atenção no time as poucas finalizações certas
O poderio ofensivo do Atlético da temporada passada não se repete neste começo de 2017. Chamam atenção no time as poucas finalizações certas. Em dois jogos, o Galo só acertou a meta adversária em cinco tentativas, sendo que apenas uma delas resultou em gol. É apenas um começo de trabalho, mas Roger Machado já reflete sobre o assunto.
Para o treinador, o primeiro obstáculo a ser superado é tático. Roger observou a chegada de poucos atletas no ataque, principalmente no clássico com o Cruzeiro, na quarta-feira, no Mineirão, pela Primeira Liga. O time da Toca da Raposa venceu por 1 a 0. Apenas duas jogadas ofensivas do Atlético tiveram como destino final o gol defendido por Rafael.
“Um dos motivos é de, no momento de posse, estarmos levando pouca gente à frente da linha da bola. Com seis jogadores atrás, fica pouca gente dentro do campo de ataque. No segundo tempo, corrigimos, mas faltou contundência. Ajustes que a gente vai fazer. Era um time ofensivo e vai continuar a ser", explicou.
Para ele, uma equipe que conta com jogadores como Otero e Lucas Pratto precisa explorar melhor a conclusão dos lances de ataque. "A gente precisa usar a característica dos jogadores. Otero finaliza bem, mas não teve possibilidade. O Pratto finaliza bem, mas não foi bem assistido. Nos momentos em que a gente entrou pelo lado, ocupamos a área com pouca gente”, ressalta.
Na estreia oficial da equipe na temporada, as dificuldades para finalizar já apareceram. O gol da vitória sobre o América de Teófilo Otoni, pelo Campeonato Mineiro, só saiu na cobrança de pênalti do atacante Fred. Além dessa, o Atlético só acertou a meta rival em duas chances.