A remontagem do Atlético no período pós-Copa do Mundo leva o técnico a fazer as mais diferentes experiências
A remontagem do Atlético no período pós-Copa do Mundo leva o técnico Thiago Larghi a fazer as mais diferentes experiências possíveis e a recorrer ao maior número de jogadores do grupo. Nas últimas seis partidas, o treinador utilizou 19 atletas dos 31 que ele tem à disposição, o que acaba comprometendo a formação de uma identidade na equipe. E os testes não terão trégua. Um dos destaques na vitória sobre o Santos, o equatoriano Cazares deve ser o 20º titular diferente usado depois do Mundial. Pelo que foi demonstrado no treino de ontem, ele ganhará chance de começar diante do Botafogo, no domingo, 19, às 16h, no Engenhão, no encerramento do turno do Campeonato Brasileiro.
Cazares esteve perto de se transferir para o futebol árabe, mas não houve acordo financeiro. Logo, ele se transformou em um “reforço” para o Alvinegro, que tenta se manter na parte de cima do Nacional. A vaga de titular no Rio foi um prêmio para o jogador de 26 anos, que deu assistência para o primeiro gol de Ricardo Oliveira diante do Santos, na rodada passada. Contra o Botafogo, ele ganhou a posição de outro gringo, o argentino Tomás Andrade.
Quem também receberá mais uma oportunidade é o volante Matheus Galdezani, substituto de Elias – que cumpre suspensão pelo terceiro cartão amarelo. O ex-jogador do Coritiba foi testado desde o início em três dos seis jogos pós-Mundial, mas acabou preterido no duelo com o Santos. Agora, a intenção de Larghi é dar liberdade para que Galdezani possa cumprir a mesma função de Elias, que costuma chegar com frequência ao setor ofensivo para finalizar.