A informação foi justamente confirmada pelo técnico Tite, em coletiva na tarde de ontem, no palco do confronto. Assim, o lateral-direito Fagner segue entre os titulares
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Seleção Brasileira não sofrerá alterações em seu time titular em relação ao último jogo
Contra a Sérvia, nesta quarta-feira, em Moscou, a Seleção Brasileira não sofrerá alterações em seu time titular em relação ao último jogo, contra a Costa Rica. A informação foi justamente confirmada pelo técnico Tite, em coletiva na tarde de ontem, no palco do confronto. Assim, o lateral-direito Fagner segue entre os titulares, já que Danilo nem sequer viajou com o grupo de Sochi para a capital russa.
Uma das preocupações de Tite e sua comissão é com a média alta de altura dos sérvios em comparação com o Brasil. Mesmo assim, o treinador acredita que os titulares estão preparados para se defenderem mesmo sendo mais baixos do que o adversário.
“Tem a característica, sim, de bola aérea ofensiva, mas também a qualidade técnica individual. Jogadores de alto nível também. Temos a condição de poder neutralizar, evitar situações próximas, de faltas laterais, encurtar ou bloquear, e tirar proveito de alguma situação. Uma altura maior vai perder alguma coisa, a vida é assim. Estrategicamente vamos buscar. A equipe é a mesma”, ponderou o treinador.
Com a confirmação, é certo que o Brasil vai a campo com: Alisson; Fagner, Thiago Silva, Miranda e Marcelo; Casemiro; Willian, Paulinho, Coutinho e Neymar; Gabriel Jesus.
Muitos apontam que o emocional da Seleção Brasileira é uma grande barreira a ser ultrapassada caso o time canarinho queira se sagrar hexacampeão mundial na Rússia. Nesta terça-feira, porém, o técnico Tite deu exemplos que mostram a força mental de seus comandados.
Contra a Costa Rica, o Brasil teve dificuldade ao longo dos 90 minutos de jogo. O time só foi conseguir quebrar a retranca adversária nos acréscimos, quando passou a atuar com dois centroavantes (Gabriel Jesus e Firmino), mas, segundo Tite, se manteve fiel ao seu estilo de jogo mesmo com o desespero batendo à porta.
“Quando acabou o jogo, fiquei orgulhoso, porque normalmente chega os 30 minutos do segundo tempo ou antes do que isso e bate o desespero, quebra de padrão e tu fica mais longe de vencer. Tenho com a Seleção Brasileira dois anos, 23 jogos. É pouco em relação aos outros que ganharam mantendo o padrão aos 50 minutos do segundo tempo”, disse Tite, se referindo ao triunfo alemão sobre a Suécia.