O novo ciclo de Tite se iniciará na Seleção Brasileira, em dois jogos em setembro, sem alguns dos pilares da comissão técnica por perto. Nomes importantes dos últimos dois anos como o fisioterapeuta Bruno Mazziotti, o preparador Ricardo Rosa e o fisiologista Luiz Crescente foram colocados pela entidade em uma espécie de "geladeira" nesse início de ciclo. O discurso interno é de integração, com oportunidade para membros das seleções de base e mudanças também em massagistas.
Durante a preparação e a disputa da última Copa do Mundo, porém, as lesões em sequência de diferentes jogadores, principalmente Renato Augusto, Danilo e Douglas Costa, fizeram a comissão do Brasil se dividir em relação às cargas aplicadas pelo preparador Fábio Mahseredjian. Depois das lesões dos dois últimos, houve uma mudança de metodologia, com atividades mais leves para resguardar os atletas.
Mantido ao lado de Tite, Mahseredjian teve uma vitória pessoal nesse processo. Fábio, além de preparador físico, é uma das grandes lideranças da comissão técnica e responsável, muitas vezes, por decisões importantes com o aval do coordenador Edu Gaspar. O médico Rodrigo Lasmar também esteve na berlinda em função dos muitos problemas físicos na Rússia, mas por ora segue para os amistosos contra Estados Unidos e El Salvador em setembro.
Certo também é que, para esses jogos e os próximos amistosos, a Seleção Brasileira terá um corpo técnico mais enxuto, em um processo que também deixará de fora o preparador físico Ricardo Rosa e os fisioterapeutas Caio Mello e Rafael Martini. O auxiliar Sylvinho, por compromissos com a Inter de Milão, não deve participar da lista.