
O Corinthians acionou a polícia quando soube do acontecido e também colocou seu departamento jurídico à disposição do jogador (Foto/Daniel Augusto Jr. - Ag. Corinthians)
São Paulo, SP, 04 (AFI) – A situação do Corinthians já não é boa e uma cena lamentável nesta madrugada piorou ainda mais o clima. O meia Luan foi agredido por torcedores, que invadiram um motel na Barra Funda, em São Paulo, e encontraram o jogador com amigos e várias mulheres. Luan sofreu agressão nas costelas, mas passa bem. Sua assessoria ainda não se pronunciou.
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O Corinthians acionou a polícia quando soube do acontecido e também colocou seu departamento jurídico à disposição do jogador. Contratado em 2020 por R$ 28,9 milhões, Luan não entra em campo pelo Corinthians desde fevereiro de 2022 e tem contrato até o fim desta temporada.
PROTESTOS
Na mesma madrugada, torcedores do Corinthians espalharam faixas de protestos e ameaças. A diretoria foi alvo de duras críticas, principalmente o presidente Duílio Monteiro. “Diretoria omissa”, “Fora Duílio” e “Ou ganha ou é guerra” foram alguns dos dizeres.
Manifestações também ocorreram em outras cidades do País, como em Brasília, e no exterior.
“Se faz necessário o mundo inteiro saber o que essa corja está fazendo com o nosso Corinthians. Faixas espalhadas pelas ruas, avenidas, pontes, a ideia é essa e não vamos parar!”, escreveu a Gaviões da Fiel, principal organizada do clube, em publicação no Instagram.
POLÍCIA IDENTIFICA AGRESSORES
São Paulo, SP, 04 – No início da noite desta terça-feira, a Delegacia de Repressão aos Delitos de Intolerância Esportiva conseguiu identificar os agressores do meia Luan, do Corinthians. Na última madrugada, o jogador foi vítima de emboscada por parte de um grupo de torcedores do clube em um motel e acabou agredido. Agora, a polícia civil precisa que a queixa-crime sobre o ocorrido seja concretizada para dar sequência com a investigação.
“As providências preliminares já foram tomadas, pessoal já está fotograficamente identificado e agora aguardamos a manifestação de vontade do atleta, do Luan. Trata-se de um crime condicionado à representação, que necessita da vontade dele para prosseguir. Até o momento não fomos procurados, nem pelo jogador como pela assessoria”, disse o delegado Daniel José Orsomarzo. (Agencia Estado)
Fonte: Agência Futebol Interior