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Acusado de tentativa de homicídio pega 2 anos em regime aberto

Tribunal do Júri condenou Fabiano Martins pela tentativa de homicídio contra J.A.S., em julgamento ocorrido ontem no Fórum Melo Viana. O crime teria ocorrido em setembro de 2009

Thassiana Macedo
Publicado em 20/04/2016 às 23:51Atualizado em 16/12/2022 às 19:14
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Tribunal do Júri condenou Fabiano Martins pela tentativa de homicídio contra J.A.S., em julgamento ocorrido ontem no Fórum Melo Viana. O crime teria ocorrido no dia 20 de setembro de 2009, por volta de 13h, em uma chácara na zona rural de Ponte Alta. A pena arbitrada foi de dois anos, em regime aberto, porém ele permanecerá preso em virtude de outro crime.

De acordo com o defensor público Glauco de Oliveira Marciliano, o réu era acusado de tentativa de homicídio qualificado. Porém, a defesa e a promotoria pediram para decotar as qualificadoras para que respondesse por tentativa de homicídio simples. “Nós requeremos também, entre outras teses, o reconhecimento da tentativa de homicídio privilegiado. O Código Penal prevê três circunstâncias que fazem com que a pena para esse tipo crime seja reduzida, entre as quais se o crime for cometido logo em seguida à injusta provocação da vítima e sob o domínio de violenta emoção. Foi isso que os jurados reconheceram”, explica.

Julgamento. Hoje, às 9h, o Conselho de Sentença, presidido pelo juiz da 2ª Vara Criminal, Fabiano Garcia Veronez, julga Igor Henrique de Paula Costa pela tentativa de homicídio triplamente qualificado de uma família de oito pessoas. Donhilton Ferreira Alves, vulgo “Porquinho”, já foi condenado a dez anos e cinco meses de prisão, assim como o enteado Murilo Pereira Botelho, sentenciado a pena de onze anos e três meses, em regime fechado.

Segundo a denúncia do Ministério Público, o crime ocorreu no dia 13 de maio de 2013, por volta de 4h, em imóvel situado na fazenda Barro Preto, situada à margem da rodovia BR-050. Na ocasião, Donhilton, Murilo e o réu invadiram a propriedade, armados com facão e podão, com a intenção de matar L.A.F. e seus pais, bem como qualquer pessoa na propriedade.

Eles arrombaram a porta da sala e se depararam com uma das vítimas dormindo, que foi agredida com vários golpes de facão. Um familiar veio ver o que ocorria e também foi agredido. Ao perceber a invasão, o restante do grupo se escondeu em um dos quartos da fazenda. Ameaçando matá-los, dizendo que iriam amarrar as crianças e abusar sexualmente das mulheres, o trio ateou fogo no imóvel. Uma das vítimas tentou escapar pela janela e também foi agredida na cabeça. As vítimas conseguiram escapar do imóvel ainda em chamas com algumas queimaduras.

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