Danilo Batista alerta sobre a importância de respeitar sempre a individualidade biológica do aluno, como também o nível de flexibilidade
Foto/Jairo Chagas
Danilo Batista alerta sobre a importância de respeitar sempre a individualidade biológica do aluno, como também o nível de flexibilidade
Alongar-se antes de iniciar um exercício sempre foi uma regra básica para aquecer os músculos e evitar lesões. Apesar disso, o personal trainer Danilo Lucas Batista afirma que a prática não é obrigatória, desde que ocorra a preparação do corpo para a atividade que será desenvolvida. “Deve-se respeitar sempre a individualidade biológica do aluno, como também o nível de flexibilidade, a intensidade dos treinos e o objetivo dele”, destaca o personal.
Na avaliação dele, a prática é importante para reduzir a tensão, preparar a musculatura e melhorar a consciência corporal. “Se for trabalhado de forma intensa, com amplitude de arcos de movimento articular superiores aos originais, assim como uma duração de 45 a 60 segundos, há melhora da flexibilidade dele”, esclarece o personal. Dessa forma, Danilo garante a potencialização do desempenho do praticante nos treinos posteriores e nas funções de tarefas rotineiras do cotidiano, que exijam flexibilidade.
Se o objetivo do alongamento for melhorar a flexibilidade, Danilo reforça que o trabalho deverá ser intenso. “A partir dessa atividade esportiva, a pessoa busca a máxima elasticidade da fibra muscular, visando ganhos em amplitude. Isso permitirá dar maior mobilidade aos tecidos”, afiança. No entanto, o personal não indica essa intensidade antes de um treino, caso o objetivo seja aumentar a performance ou maximizar o ganho de força. “Pois influencia negativamente na produção de força e na contração muscular do praticante”, pontua o profissional. O personal não indica o alongamento logo após um treino muito intenso, mas reforça a necessidade de orientação de um profissional de Educação Física.
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