GERAL

Anatel aprova novas metas para empresas em relação à telefonia fixa

Entre as mudanças aprovadas está a redução do número de orelhões, por causa da queda na sua utilização ao longo dos anos

Publicado em 16/12/2016 às 22:07Atualizado em 16/12/2022 às 16:09
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A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) aprovou ontem a revisão do Plano Geral de Metas para Universalização da Telefonia Fixa (PGMU) para os anos de 2016 a 2020. Entre as mudanças está a redução do número de orelhões, por causa da queda na sua utilização ao longo dos anos.

As novas regras definem que pelo menos um orelhão deve ser instalado em locais já atendidos com telefonia fixa, o que garante o serviço nas localidades com mais de 100 habitantes no país. Foram retiradas as obrigações atuais de densidade e de distância entre os aparelhos. Escolas, bibliotecas, museus, hospitais, postos de saúde, delegacias, aeroportos e rodoviárias terão atendimento prioritário para a instalação de orelhões. Segundo a Anatel, em 2013, cerca de 80% dos orelhões faziam até quatro chamadas por dia e 62%, até duas chamadas.

O conselheiro Otávio Rodrigues, que apresentou as propostas, explicou que nos contratos de concessão serão estabelecidas mudanças pontuais para adaptá-los à proposta do novo plano. Entre as obrigações das operadoras estará a expansão de fibra ótica, permitindo a popularização da banda larga no país.

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