Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) acaba de determinar a suspensão nacional do lote 80900611 do medicamento Sinvasmax 40 mg. O motivo da medida foi porque o órgão detectou que a embalagem do produto, fabricado pelo Laboratório Globo, continha o comprimido do Sinvasmax de 80 mg, e não o de 40 mg. Com a decisão da agência, o laboratório deverá recolher todos os medicamentos que estão no mercado.
Outro medicamento proibido, por não possuir registro na Agência, foi o Moreira Pecan Extra. Isto porque, de acordo com a Anvisa, é de fabricação clandestina. Técnicos da vigilância sanitária só descobriram a irregularidade porque encontraram anúncios feitos para a sua comercialização na internet. A denúncia foi da Fundação de Vigilância em Saúde do Estado do Amazonas. Já o laboratório Ranbaxy Farmacêutica comunicou o recolhimento voluntário do lote 2186814 do medicamento Imipenem+Cilastatina Sódica 500mg+500mg Pó Injetável. A empresa verificou um desvio de qualidade no lote e as unidades encontradas no mercado não devem ser comercializadas ou utilizadas.
A orientação da Anvisa é de que todas as pessoas que estiverem fazendo uso desses lotes de medicamentos citados paralisem o tratamento e imediatamente procurem atendimento médico, informando o problema, para que seja administrado o medicamento adequado ao tratamento.
Pimenta-do-reino. Além disso, a Anvisa proibiu a venda da pimenta-do-reino da marca Aliança, com data de validade em 13/05/2012 e fabricação em 10/05/2011. Laudo de análise emitido pelo Instituto Octávio Magalhães da Fundação Ezequiel Dias, Laboratório Central de Saúde Pública de Minas Gerais, detectou que o produto apresentou mais de 1.100 NMP/g de Coliformes a 45ºC, número acima do máximo permitido. Coliformes são grupos de bactérias indicadoras de contaminação e que são encontradas especialmente no intestino de animais e do ser humano, sendo responsáveis pela transmissão de várias doenças, entre elas febre tifoide, febre paratifoide, disenteria bacilar e cólera.