Apple Upgrade permite usar iPhones, iPads, Macs e Apple Watches mediante pagamento mensal, mas serviço ainda não chegou ao Brasil
(Foto/Divulgação Apple)
A Apple anunciou um novo modelo para acesso aos seus produtos: o Apple Upgrade, programa próprio de assinatura que permite aos consumidores utilizarem iPhones, iPads, Apple Watches e Macs pagando uma mensalidade.
A novidade foi lançada inicialmente nos Estados Unidos e abre uma nova disputa com bancos, operadoras de telefonia e redes de varejo que já oferecem modelos semelhantes de aluguel ou troca de aparelhos.
As mensalidades começam em US$ 11,99 para alguns dispositivos. No caso dos iPhones, os contratos podem ter duração de 12 ou 24 meses, enquanto Macs e iPads podem ser assinados por períodos de até 36 meses.
Segundo a Apple, a proposta é oferecer uma alternativa mais flexível para consumidores que querem trocar de aparelho com mais frequência sem precisar pagar o valor total de uma vez.
Como funciona o Apple Upgrade
O cliente escolhe o aparelho, paga uma mensalidade e, ao final do contrato, pode optar por:
A empresa também informou que os usuários poderão utilizar o Apple Trade In, programa de recompra da marca, para obter créditos e reduzir os valores das próximas mensalidades.
Para aderir ao serviço nos Estados Unidos, o consumidor precisa contratar o aparelho vinculado a um plano de uma operadora americana pelo site da Apple.
A empresa afirma que o modelo reduz o custo inicial. Um exemplo citado pela companhia é o iPhone Air de 256 GB: em um contrato de 12 meses, o valor total seria de cerca de US$ 503, enquanto a compra do aparelho pelo preço cheio chega a US$ 999, sem considerar impostos.
Serviços semelhantes já existem no Brasil
Apesar de o Apple Upgrade ainda não estar disponível no Brasil, modelos parecidos já são oferecidos por operadoras de telefonia e instituições financeiras.
Nesses formatos, o consumidor geralmente paga uma parte do valor do aparelho durante o contrato e, ao final, pode trocar por um novo modelo, devolver o dispositivo ou pagar o valor restante para ficar com ele.
No mercado brasileiro, parcelas de programas semelhantes para celulares mais recentes costumam variar entre R$ 330 e R$ 400 por mês.
A Apple ainda não informou quando — ou se — o programa será expandido para outros países.