Apresentação tardia da defesa de Geraldo Carlos Sousa, com relação às acusações de falsidade ideológica gerou críticas
A apresentação tardia da defesa de Geraldo Carlos Sousa, Geraldo Propão, com relação às acusações de falsidade ideológica gerou críticas do advogado assistente de acusação Willian Magalhães. Para ele, o que foi apresentado nesta quinta-feira (22) foi a confissão de “Propão” de ter praticado ato ilícito, ou seja, de ter pegado empréstimo de mais de R$183 mil, quando o valor do contrato do “Xou da Xuxa” era de R$120 mil.
“A bem da verdade, isso menospreza e subestima a inteligência do magistrado competente para sentenciar o processo. Está mais que clara a confissão de conduta, tida como delituosa, praticada por Geraldo, a exemplo de conluio, simulação de dívida, falsidade ideológica, dentre outras mais. Ao tempo dos fatos, se Oscar era “parceiro” dos promotores do evento, qual motivo levou Geraldo a buscar recurso financeiro total de Oscar, hipotecando patrimônio do USC (Uberaba Sport Club)? O que justifica a importância de R$183 mil, quando o show custava R$120 mil e por que o USC arcou, em processos judiciais, com toda essa despesa contratada e não honrada por Propão e Oscar?”, questiona o advogado.
Magalhães destaca que o USC, até hoje, é considerado o único responsável pelo prejuízo e teve seu patrimônio hipotecado para pagar por essa dívida. “Devemos lembrar que Oscar José de Castro Lacerda era parceiro e/ou sócio no evento e Geraldo, avalista na nota promissória”, frisa.