GERAL

Blitz da Vigilância Sanitária continua até o dia 5 de janeiro

Objetivo da fiscalização da Secretaria de Saúde é coibir a venda de produtos vencidos ou em más condições, bem como alertar a população sobre a observância da qualidade das compras

Thassiana Macedo
Publicado em 28/12/2013 às 00:22Atualizado em 19/12/2022 às 09:39
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Até o dia 5 de janeiro de 2014, o Departamento de Vigilância Sanitária da Secretaria Municipal de Saúde vai realizar uma série de blitze em supermercados, açougues, padarias e outros estabelecimentos que vendem produtos alimentícios. O objetivo é coibir a venda de produtos vencidos ou em más condições, bem como alertar a população sobre a observância da qualidade das compras. A operação começou no fim de novembro e apenas um supermercado está livre de notificações em Uberaba.

De acordo com o diretor da Vigilância Sanitária, Nelson Rannieri, nesta época do ano grandes redes de supermercados e atacadistas começam a fazer a promoções de produtos e a repassá-los para pequenos comerciantes ou às empresas que montam cestas básicas para revenda. “Agora, estamos com equipe noturna visitando os supermercados, sendo que as principais apreensões foram carne suína, peixes, charque e outros defumados, bem como embutidos do tipo steak e hamburger, em mal estado de conservação, ou seja, descongelados. Também apreendemos pizzas e outros pratos prontos que não respeitavam a temperatura de conservação, sendo que alguns desses produtos estavam com data de validade muito próximas do vencimento, ou seja, no dia seguinte. Se a pessoa comprasse e não consumisse naquela data, no dia seguinte já estaria vencido. Pegamos ainda grande quantidade de latas amassadas e estufadas”, esclarece.

Rannieri destaca que o volume total somente das carnes apreendidas já ultrapassa 500 quilos. Para o diretor da Vigilância Sanitária, é uma quantidade considerável, tendo em vista que, além do problema relacionado ao estado de conservação, alguns comerciantes nem sempre conseguem comprovar a procedência da carne. “No caso do charque, dos defumados e dos peixes, eles não tinham nas embalagens o selo do Serviço de Inspeção Municipal (SIM), que é outro órgão do município que faz a fiscalização dos produtos de animal. Os produtos apreendidos estavam sem esse selo e sem qualquer tipo de rotulagem ou embalagem. Em praticamente todos os estabelecimentos em que nós estivemos teve algum tipo de apreensão, algumas vezes em pequenas quantidades, mas em quase todos. Apenas um na cidade se salvou”, alerta.

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