Na Regional de Uberaba e no próprio Município, o índice de vacinação sempre foi satisfatório
Regional de Uberaba do Instituto Mineiro de Agropecuária (IMA) atingiu novamente saldo positivo na vacinação contra a aftosa. A campanha foi realizada no mês de maio e até meados de junho alguns produtores ainda estavam entregando declarações de vacinação. O índice registrado na Regional até o momento foi de 98%, mas a expectativa ainda é de aumento, pois falta lançar alguns documentos. Portanto, esse número deve chegar a mais de 99%, como nos anos anteriores.
Na Regional de Uberaba e no próprio Município, o índice de vacinação sempre foi satisfatório, na faixa de 99,8% nas últimas campanhas. No Triângulo Mineiro, Regional de Uberaba, a expectativa de vacinação foi de 1,8 milhão de animais; em Uberaba, 210 mil cabeças de gado, e em todo o Estado, mais de 23 milhões. “A campanha aconteceu conforme o previsto. Já estamos atrás dos retardatários e quem não vacinou e está imunizando seus animais poderá ser punido. Portanto, acredito que em mais 30 dias será possível concluir o levantamento, assim como a quantidade de inadimplentes, apesar de que será um número bem pequeno”, explica o coordenador regional do IMA em Uberaba, Rony Adolfo Hein.
Neste período estão acontecendo apenas trâmites internos no IMA, o processo de vacinação dentro do período previsto na campanha já acabou, as doses somente estão sendo adquiridas pelos inadimplentes. E vale lembrar que, além de ter a obrigação de vacinar, também estão sujeitos a punições. Segundo Rony o produtor fica impedido de comercializar o animal que não foi vacinado e terá multa por animal.
Para atender à demanda do mercado nacional e internacional e continuar crescendo com competitividade e credibilidade, o país precisa se manter livre de doenças com forte impacto econômico, como a febre aftosa.
Segundo o coordenador regional do IMA, praticamente todos os estados brasileiros estão livres da doença. Apenas o Amazonas, Roraima e Acre não estão no mesmo status do país como um todo. “Estamos em uma situação tranquila. Agora é uma questão de trabalhar e demonstrar que essa situação é real. Por isso, no mês que vem vamos começar o trabalho de sorologia, com coletas em todo o Estado para avaliar a circulação ou não do vírus da febre aftosa. É um trabalho muito importante de comprovação. Realizamos esse controle há cinco anos, paralelamente com a vacinação, e não temos encontrado casos da doença”, finaliza.