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Caseiro que matou a mulher a facadas vai a júri popular hoje

A pauta pertence à 1ª Vara Criminal. Ele será submetido a júri popular pelo assassinato da ex-mulher Lucienne da Silva, de 28 anos. Ela foi morta a facadas, no dia 5 de novembro de 2009

Daniela Brito
Publicado em 13/06/2014 às 23:09Atualizado em 19/12/2022 às 07:19
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Tribunal do Júri se reúne nesta sexta-feira para o julgamento de Edvaldo Bispo de Andrade, no Fórum Melo Viana. A pauta pertence à 1ª Vara Criminal. Ele será submetido a júri popular pelo assassinato da ex-mulher Lucienne da Silva, de 28 anos. Ela foi morta a facadas, no dia 5 de novembro de 2009, na fazenda Peroba, localizada à margem da avenida Filomena Cartafina, onde ambos trabalhavam como caseiros. De acordo com a denúncia, o crime foi motivado pelo inconformismo com a separação do casal. A vítima teria ido à fazenda, acompanhada de uma irmã, para pegar algumas roupas e utensílios, já que pretendia morar provisoriamente em uma casa, no Parque São José, em Uberaba. O ex-marido teria dito a elas que haveria outras pessoas no local, mas, quando as duas chegaram, apenas o réu estava presente no imóvel.

A irmã de Luciene empacotava algumas roupas, quando ouviu a irmã implorando para não ser morta. Lucienne foi atingida por vários golpes de faca, um deles no pescoço, o que provocou o esgotamento de sangue e sua morte. O braço esquerdo apresentava outros dois cortes, possivelmente desferidos no momento em que tentava se defender. O acusado fugiu após cometer o crime. No colo da irmã, a vítima, afirmando saber que iria morrer, pediu para que cuidasse dos três filhos, uma menina, que na época tinha 6 anos, e dois meninos, com 11 e 13 anos de idade, respectivamente. Viaturas do Corpo de Bombeiros e do Samu estiveram no local, sendo que Lucienne foi encontrada ainda com vida e atendida pelos socorristas. Porém, devido à grande hemorragia, ela não resistiu e morreu a caminho do hospital.

O réu será defendido pela advogada Vera Lúcia Coimbra Roso. A acusação será feita pelo promotor de Justiça Alcir Arantes. O julgamento, previsto para iniciar às 13h, será presidido pelo juiz Ricardo Cavalcante Motta.

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