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Celebração de Finados pode ser oportunidade de ressignificar o luto

Publicado em 01/11/2021 às 16:28Atualizado em 19/12/2022 às 01:20
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Para especialista, dar um novo sentido à perda e ao sofrimento, auxilia no processo de aceitação da morte.

A realidade da pandemia da covid-19 trouxe a experiência ainda mais recorrente da dor do luto para muitas famílias. O sentimento que desafia a humanidade desde a sua existência, geralmente vem acompanhado de uma série de outras emoções que, se não trabalhadas, podem, a médio e longo prazo, evoluir para patologias que comprometem as saúdes física e psíquica.

Para psicóloga do Sistema Hapvida, Ivana Teles, o luto envolve não somente a perda de uma pessoa querida, mas também a finalização de uma rotina de convívio físico. “Não é algo fácil, porque isso gera sofrimento. O primeiro ano de uma ausência é sempre mais desafiador, porque são as primeiras datas comemorativas sem aquela pessoa querida ao nosso lado. Mas enfrentar a situação é importante para vencer o processo de luto”, afirma a especialista.

Segunda Ivana, a superação da perda é um processo que envolve algumas etapas, onde a junção de emoções possibilita gradativamente a ressignificação da perda. “O primeiro sentimento é a negação, relacionada a não aceitar o ocorrido, como se aquilo não fosse verdade. Outra emoção deste processo é a raiva. Ela gera vários questionamentos, com Porque aconteceu? Quais os motivos de tudo isso?... E a raiva, geralmente, vem seguida da depressão, que por sua vez vem acompanhada de tristeza”.

Todos estes sentimentos, ainda que difíceis de serem enfrentados, precisam ser vivenciados um a um, para que o indivíduo chegue a um ponto importante do processo de superação, como destaca a psicóloga. “É a aceitação. Ela vai permitir entender melhor a perda e a ausência. Porém, vale ressaltar que todas estas fases nem sempre são lineares para todas as pessoas, mas são pontos que podem surgir para quem está passando por esta situação. O importante é não invalidar os sentimentos que vierem”.

Outra orientação da especialista é a de dialogar e buscar ajuda profissional, caso as fases persistam ou se aprofundem. “Não se isole. Fale, coloque pra fora, peça ajuda de amigos, e se preciso, de profissionais especializados. Tudo isso é importante para que você consiga enfrentar, na medida do possível, de forma saudável. E quem está próximo da pessoa enlutada, acolha sem julgamentos. Isso é fundamental”, conclui ela.

Sobre o Sistema Hapvida

Com mais de 7,1 milhões de clientes, o Sistema Hapvida hoje se posiciona como um dos maiores sistemas de saúde suplementar do Brasil presente em todas as regiões do país, gerando emprego e renda para a sociedade. Fazem parte do Sistema as operadoras do RN Saúde, Medical, Grupo São José Saúde, Grupo Promed além da operadora Hapvida e da healthtech Maida. Atua com mais de 37 mil colaboradores diretos envolvidos na operação, mais de 15 mil médicos e mais de 15 mil dentistas. Os números superlativos mostram o sucesso de uma estratégia baseada na gestão direta da operação e nos constantes investimentos: atualmente são 47 hospitais, 199 clínicas médicas, 47 prontos atendimentos, 172 centros de diagnóstico por imagem e coleta laboratorial.

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