Segundo a Federação Nacional dos Petroleiros, a mobilização é um ensaio para greve geral, em junho
Arquivo/Agência Brasil
Centrais sindicais convocam trabalhadores de diversas categorias para greve geral na sexta-feira (22), em protesto contra a reforma da Previdência proposta pelo governo federal. Estão mobilizadas para o evento a Central Única dos Trabalhadores (CUT), Força Sindical, Central de Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB), (União Geral dos Trabalhadores (UGT), Central dos Sindicatos Brasileiros (CSB), Intersindical Luta e Organização, CSP-Conlutas, Intersindical-Central da Classe Trabalhadora, Central Geral de Trabalhadores do Brasil (CGTB) e Nova Central Sindical dos Trabalhadores (NCST).
“Além das centrais sindicais, movimentos populares, estudantis, dos aposentados, de mulheres, entre várias outras organizações sociais, devem tomar as ruas do País nesse dia, em defesa da aposentadoria e dos direitos da classe trabalhadora”, disse a Federação Nacional dos Petroleiros (FUP) em nota no seu site.
A FUP ainda deixa claro que a mobilização de sexta é um ensaio para uma parada maior, programada para junho. “É um aquecimento rumo a uma greve geral contra a Proposta de Emenda à Constituição 06/2019, que acaba com os principais direitos previdenciários do povo brasileiro”, critica a federação, destacando que a proposta do atual governo é pior que a do anterior, que foi derrubada pelos trabalhadores em greve realizada em abril de 2017, que protestava também pela reforma trabalhista – esta, no entanto, foi aprovada.
Além da mobilização, as entidades decidiram aumentar a pressão aos parlamentares tanto em suas bases como também em aeroportos e demais locais de circulação, dizendo que “se votar, não volta”.
*Com informações da rádio Itatiaia