De acordo com a Secretaria Estadual de Saúde (SES/MG), as mortes por febre chikungunya em Minas Gerais continuam subindo. Foi confirmado mais um óbito nesta semana, o que leva ao balanço de 12 mortes causadas pela doença no estado. Os casos foram registrados em Governador Valadares, com 10 mortes, um em Central de Minas, ambas na Região do Rio Doce, e outra em Teófilo Otoni, no Vale do Mucuri. Segundo as informações repassadas pela SES/MG, são as primeiras mortes em Minas Gerais causadas pela doença. Outros oito óbitos ainda estão sendo investigados com possibilidade de serem em decorrência da chikungunya.
Em todos os casos registrados de morte pela enfermidade, os pacientes possuíam outras doenças e estavam na faixa dos 65 anos, o que pode ter agravado a situação e levado ao falecimento. As mortes aconteceram no primeiro trimestre de 2017.
Em janeiro, foram registrados 702 casos. Em fevereiro o número foi ainda maior, chegando a 2.884, e em março, 6.801. Em abril, caiu para 3.347, e maio 1.221. Os meses seguintes também registraram queda. Junho teve 973 casos, julho, 497, agosto, 188, setembro, 134, e outubro, 133. Em novembro foram registrados, até esta segunda-feira (27), 76 casos. No total são 16.956 notificações.
Os casos preocupam as autoridades, pois no ano passado foram 462 registros, e em 2015, 31 casos.
*Com informações do Estado de Minas