Comissão avaliadora, formada por profissionais da área, analisou 33 trabalhos expostos; dez se destacaram e receberam R$ 50 mil em premiações para estimular a inovação tecnológica
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A feira tem projetos de estudantes do Ensino Superior e Técnico das áreas de engenharia, agronomia, geologia e geografia
A Feira de Ciências e Inovações Tecnológicas (Feicintec) acaba de premiar projetos de estudantes do Ensino Superior e Técnico das áreas de engenharia, agronomia, geologia e geografia, de Minas Gerais. O projeto “Insect-Chamber: Determinação de efeitos de agrotóxicos sobre inimigos naturais de pragas agrícolas”, de alunos do Instituto Federal do Triângulo Mineiro (IFTM), de Uberaba, foi classificado entre os dez primeiros colocados.
Em sua terceira edição, a feira foi realizada na sede do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia de Minas Gerais (Crea-Minas), em Belo Horizonte. Uma comissão avaliadora, formada por profissionais da área, analisou 33 trabalhos expostos. Dez trabalhos se destacaram e receberam premiações que totalizam R$ 50 mil para estimular a inovação tecnológica.
O primeiro lugar foi para a Universidade de Itaúna, com o projeto “BCHEM – Novas tecnologias para a produção mais eficiente de biodiesel”, e os alunos receberam R$ 12 mil. O segundo lugar, premiado com R$ 10 mil, ficou com os alunos da Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri, Diamantina, com o trabalho “Desenvolvimento de Coberturas e filmes biodegradáveis a partir de fontes naturais do cerrado brasileiro”. O terceiro lugar ficou com o projeto “Aplicação de concreto colorido como prevenção contra acidentes em instalações hidráulicas e elétricas”, desenvolvido pelos alunos da UniBH, em Belo Horizonte, que receberam R$ 8 mil.
Para o presidente do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia (Crea-Minas), Jobson Andrade, a Feicintec é o início da caminhada destes alunos rumo à experiência com inovação. “É um momento de mostrar que somos capazes, criando tecnologia e ferramentas que tenham um uso prático para facilitar e garantir a melhoria da qualidade de vida. Isso mostra a importância da nossa profissão e do conhecimento que ela produz”, avalia.