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Crianças expostas ao tabagismo são mais propensas a doenças

Outra dúvida que gira a cabeça dos pais é o fato de que há crianças que, quando começam a ir à escola...

Publicado em 30/01/2013 às 12:05Atualizado em 19/12/2022 às 15:00
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Outra dúvida que gira a cabeça dos pais é o fato de que há crianças que, quando começam a ir à escola, passam a desenvolver muitas doenças. O pediatra Cláudio Araújo Faria revela que crianças até 3 anos de idade têm imaturidade da resposta imunológica. “Além disso, nas escolas, devido ao grande número de crianças, a transmissão e o contágio são maiores. Assim sendo, quando as crianças começam a frequentar a escola, são mais susceptíves às doenças.

A maioria delas é causada por vírus, portanto benignas e de boa evolução. Algumas crianças, que apresentam algum fator de risco como prematuridade, alergia, tabagismo domiciliar, não aleitamento materno ou desnutrição, podem desenvolver gastroenterites com desidratação, otites, rinossinusites, pneumonias, meningites e septicemias (infecções generalizadas)”, alerta.

Por isso, o especialista recomenda que não é preciso retirar a criança da escola, basta levá-la rotineiramente ao pediatra, que vai orientar o melhor tratamento. “Apenas em raras exceções é indicada a retirada da escola. O pediatra irá diagnosticar se a criança possui algum fator de risco, uma boa alimentação, se teve aleitamento materno, com vacinas em dia, boa higiene pessoal e ambiental. Evitar o tabagismo domiciliar é uma das recomendações importantes. Vale lembrar que uma criança pode ter até oito infecções virais benignas por ano, mas desde que esteja desenvolvendo bem, crescendo e ganhando peso adequadamente, não se deve preocupar. Geralmente, após os 3 anos ou mais tardar aos 5 anos, ela vai melhorar, pois sua imunidade estará madura”, afirma Cláudio Araújo.

É neste ponto que as vacinas têm um papel relevante na prevenção e promoção à saúde. O pediatra destaca que o calendário oficial do Ministério da Saúde deve ser seguido e, quando possível, é importante complementar o cartão com as vacinas disponíveis na rede privada, entre elas a varicela ou catapora, a hepatite A, a HPV e a pneumocócica 13 valente. “Existem também os calendários da Sociedade Brasileira de Pediatria e da Sociedade Brasileira de Imunização, os quais as pessoas podem optar por vacinas, que não estão disponíveis na rede pública. Algumas causam menos efeitos adversos e outras com maior proteção”, completa o pediatra. (TM)

 

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