O Índice Nacional de Custo da Construção (INCC-M) subiu em julho, com taxa de 1,16%, conforme informações fornecidas pela Fundação Getulio Vargas (FGV). O índice trata-se do cálculo da evolução dos custos de uma construção civil entre os dias 21 do mês anterior e 20 do mês referido, cuja composição é de 10% do Índice Geral de Preços- Mercado (IGP-M).
O presidente do Sindicato da Indústria da Construção Civil do Vale do Rio Grande (Sinduscon), Luciano Veludo, explicou que o INCC rege os custos da execução de obras de modo geral, cuja aplicação ocorre de acordo com o estabelecido em contrato. Com relação a Uberaba, ele explica que a taxa está subindo, e isso afeta no custo final. Em caso de queda do índice, os valores impactam na estabilidade de preços.
A taxa do índice foi fracionada em Materiais, Equipamentos e Serviços - que passou de 1,40% em junho para 0,60% em julho, e em Mão de Obra- de 4,37% para 1,76%.
O decréscimo foi apresentado em seis capitais: Salvador, Brasília, Belo Horizonte, Recife, Rio de Janeiro e São Paulo. Apenas Porto Alegre apresentou acréscimo em sua taxa de variação.
Os principais fatores que influenciaram para baixo o INCC-M de julho foram: vergalhões e arames de aço ao carbono (6,76% para -0,39%), condutores elétricos (-4,33% para -1,53%), tubos e conexões de PVC (0,26% para -0,10%) e compensados (0,16% para -0,82%).
*Com informações de Agência Brasil