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Diante da crise, a família deve fazer um combinado de guerra

Em tempos de crise, economista diz serem necessárias algumas adequações ao novo cenário. Sérgio Martins aconselha precaução, tendo como primeira medida o corte de despesas

Daniela Brito
Publicado em 13/09/2015 às 19:41Atualizado em 16/12/2022 às 22:19
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Em tempos de crise, economista diz serem necessárias algumas adequações ao novo cenário econômico. Sérgio Martins aconselha precaução, tendo como primeira medida o corte de despesas desnecessárias. Entre as sugestões estão usar o dinheiro destinado à alimentação assim que receber o salário e procurar comprar de uma só vez; pagar as contas mensais até o vencimento, evitando os encargos de atraso. Além disso, ele recomenda pesquisar preços de combustível e não abastecer onde é mais cômodo.

Para quem tem algum dinheiro de reserva, a orientação é negociar. Por exemplo, procurar a escola dos filhos e negociar um desconto para pagamento antecipado do semestre ou do ano – nunca menos de 10% de desconto. “Seria bom, também, antecipar as compras de fim de ano, optando pela simplicidade”, completa. Para quem tem empregados, deve, segundo ele, na medida do possível, antecipar o 13º salário. “É muito importante reunir a família e fazer um combinado de guerra”, diz.

Para o economista, a experiência mostra que quando há planejamento, a família tem menos problemas financeiros. “Fazer anotações realísticas e cuidar para que a despesa não supere as receitas representa um poderoso avanço para a prosperidade. Assim, os mais jovens vão percebendo que a organização das finanças é suporte para uma vida saudável e equilibrada”, comenta.

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