O Codau já passou pela fase de negociação de reajuste salarial com o sindicato da categoria, afirma nota encaminhada à redação. “Diante da grave crise econômica do país, que tem reflexos diretos no orçamento do município, não foi possível atender à reivindicação de reajuste de 11%”, destaca o documento. A contraproposta de reajuste no tíquete-alimentação foi aceita nos mesmos patamares concedidos para os servidores da PMU. “Infelizmente, diante das condições financeiras do município, não pudemos oferecer além desse benefício para o servidor”, citou Luiz Guaritá Neto, presidente do Codau. O dirigente lembra que o momento atual do país exige cautela. “Garantir salário em dia e o emprego neste momento é fundamental, por isso adotamos um posicionamento de muita clareza para enfrentar esses desafios”, afirma.
A única possibilidade apresentada aos servidores do Codau é a redução na carga horária de 40 para 36 horas, ressalta a nota, acrescentando que “ficou acertado em abril com o Sindae que esse assunto seria analisado tecnicamente, em conjunto com servidores, e a direção argumentou que seria necessário um período de 90 dias para uma posição sobre esta questão”. “Essa fase ainda não terminou e deixamos claro desde o início para o sindicato que a proposta poderia avançar somente se não houvesse prejuízos financeiros para a autarquia”, ressaltou Guaritá. Ele completou esclarecendo que a inadimplência do Codau no último mês chegou à casa dos 40%. ‘E a sociedade não suporta um novo reajuste da tarifa, caso prevaleça a proposta do sindicato’, finalizou.