O texto alega que o sistema adotado pela empresa consiste no planejamento e assessoria na gestão de empreendimentos imobiliários autofinanciados, através de grupos de investidores
Em nota, a Alleanza Negócios Imobiliários, de Uberaba, e a Valor Real, de Curitiba, citadas na ação movida pelo Ministério Público, informam que são empresas que trabalham com desenvolvimento imobiliário e não são incorporadoras e/ou construtoras. O texto alega que o sistema adotado pela empresa consiste no planejamento e assessoria na gestão de empreendimentos imobiliários autofinanciados, através de grupos de investidores, nos formatos de construção a preço de custo, proporcionando alta segurança e lucratividade.
A empresa afirma ainda que possui histórico de grupos pró-construção bem-sucedidos e espera obter junto à Justiça do Estado de Minas Gerais resolução favorável à atividade exercida. “Não tínhamos até o momento ciência do processo civil público. Fomos notificados pelo MP e até então acatamos todas as solicitações e continuamos buscando, de todas as formas, esclarecer e tornar a prática possível dentro do entendimento legal. Entendemos que a associação garante a segurança necessária a todos os envolvidos, por isso confiamos em uma decisão favorável. Nos colocamos à disposição para quaisquer esclarecimentos”, finaliza.