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O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou, na tarde desta sexta-feira (4), que não havia necessidade de condução coercitiva para que ele prestasse depoimento. "Se o juiz (Sérgio) Moro ou o Ministério Público quisessem me ouvir, era só mandar um ofício que eu ia como sempre fui, porque não devo e não temo", declarou Lula aos militantes na sede do PT em São Paulo.
A declaração foi divulgada em vídeo em uma página de jornalistas do Facebook. "Lamentavelmente, eu acho que estamos vivendo um processo em que a pirotecnia vale mais do que qualquer coisa. O que vale mais é o show midiático do que a apuração séria, responsável, que deve ser feita pela Justiça, pela polícia, pelo Ministério Público", disse Lula.
Operação Lava Jato. Na manhã desta sexta-feira (4), a Polícia Federal deflagrou a 24ª fase da operação Lava Jato. Esta fase da operação acontece em São Bernardo do Campo e em outras cidades de São Paulo, do Rio de Janeiro e também na Bahia.
De acordo com informações da Polícia Federal, o ex-presidente é alvo de um dos mandados de condução coercitiva, quando a pessoa é obrigada a comparecer frente a uma autoridade policial. Lula foi levado para o Aeroporto de Congonhas por volta de 8h40, em um carro descaracterizado, para depor na Polícia Federal. O depoimento do ex-presidente começou por volta de 8h50 dentro do aeroporto.
Ex-presidente Lula presta depoimento na 24ª fase da Operação Lava Jato
Deflagrada na manhã desta sexta-feira (4) a 24ª fase da operação Lava Jato. Esta fase da operação acontece na casa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em São Bernardo do Campo e em outras cidades de São Paulo, do Rio de Janeiro e também na Bahia.
De acordo com informações da Polícia Federal, o ex-presidente é alvo de um dos mandados de condução coercitiva, quando a pessoa é obrigada a comparecer frente a uma autoridade policial. Lula foi levado para o Aeroporto de Congonhas por volta de 8h40, em um carro descaracterizado, para depor na Polícia Federal. O depoimento do ex-presidente começou por volta de 8h50 dentro do aeroporto.
O presidente do Instituto Lula, Paulo Okamoto, também foi alvo de outro mandado de condução. O Instituto Lula avaliou a ação da Polícia Federal como “arbitrária, ilegal e injustificável”.