Com projeto de revitalização elaborado e apresentado no Ministério da Cultura para captação de recursos por meio da Lei Rouanet, Mercado Municipal precisa receber ações de melhorias
Com projeto de revitalização elaborado e apresentado no Ministério da Cultura para captação de recursos por meio da Lei Rouanet, o Mercado Municipal precisa receber ações de melhorias das suas condições de forma urgente. Permissionários e consumidores reclamam de situações que devem ser resolvidas antes mesmo da execução de um projeto maior, que consolide o “Mercadão” como ponto turístico da cidade. Entre os problemas apresentados estão a deficiência na limpeza, falta de segurança e dificuldade de estacionamento para clientes. O Jornal da Manhã ouviu permissionários e clientes e apresenta a situação do projeto de revitalização.
Pelo Mercado Municipal em Uberaba passam diariamente de 600 a 800 pessoas, entre turistas e consumidores locais. Esse número quase dobra nos fins de semana, quando o local é tradicionalmente procurado como ponto de encontro de famílias e amigos. No entanto, são várias as reclamações de frequentadores, bem como dos próprios permissionários quanto a questões como limpeza e segurança, por exemplo.
Há mais de 30 anos ocupando um dos boxes do Mercadão, Edmur da Silva Carneiro lembra que o local carece de melhorias urgentes. “O Mercado precisa de muitas coisas, mas o principal mesmo é a parte de limpeza, que está precária. Não sei de quem depende isto, se é do administrador ou do secretário (de Agricultura), mas falta limpeza. Os banheiros, por exemplo, estão de dar dó. Quando chove, pinga mais aqui dentro do que lá de fora. Este é um cartão de visitas de Uberaba, 90% das pessoas que vêm aqui são de fora. Vieram algumas pessoas de São Paulo e me disseram que estão estranhando Uberaba. O trânsito pode até melhorar, mas o Mercado está desleixado. Hoje, o pessoal vai lavar o box e acaba lavando também de fora, que é responsabilidade da Prefeitura, e nós pagamos condomínio”, avalia. O comerciante lembra ainda que no meio do ano passado o secretário de Agricultura teria dito que iria terceirizar o serviço de limpeza, mas até o momento a situação não foi resolvida.