Pelas redes sociais, celebridades lamentam e indicam morte cerebral da ex-primeira-dama
Atualizada às 10h50
Foto/Reprodução
Usando sua conta pessoal no Facebook, ex-presidente Luís Inácio Lula da Silva anunciou a autorização da doação de órgãos da ex-primeira-dama Marisa Letícia Lula da Silva. Após grave piora em seu quadro clínico, o médico da família, o cardiologista Roberto Kalil Filho, já teria informado à família sobre a sua irreversibilidade na noite de ontem (1º). Sem fluxo cerebral, dona Marisa respira com a ajuda de aparelhos e está sedada, permanecendo internada na Unidade de Terapia Intensiva do Hospital Sírio Libanês, em São Paulo.
Ainda na terça-feira, os médicos que a acompanhavam optaram pela retirada dos sedativos que a mantinham em coma induzido desde a semana passada, quando ela foi internada em decorrência de um AVC. Segundo o cardiologista, dona Marisa teria apresentado sinais de melhora após a retirada. No entanto, o quadro piorou drasticamente à tarde, por volta das 16h, levando à equipe médica a retomar a sedação.
Seriam três as causas da piora do quadro da ex-primeira-dama: a inflamação e o edema causados pelo AVC não regrediram, a pressão intracraniana aumentou e houve vasoespasmos (contrações de vasos sanguíneos) no cérebro. Durante a noite, ela foi submetida a novo exame, que constatou circulação mínima de sangue no cérebro.
Repercussão. Pela internet, famosos lamentavam a irreversibilidade do quadro da ex-primeira-dama. Entre mensagens de apoio e despedidas, repercute a da apresentadora Sônia Abrão, indicando morte cerebral de Marisa Letícia.
Entenda o caso. Marisa Letícia, de 66 anos, está internada no Hospital Sírio Libanês desde a semana passada, na terça-feira, 24 de janeiro, quando passou mal em casa após sofrer um acidente vascular cerebral. Ela chegou consciente ao hospital, por volta das 15h30 daquele dia. Após ser submetida a cirurgia para estancar o vazamento de sangue, a ex-primeira-dama foi conduzida à UTI, onde permanece até hoje. Segundo o cardiologista Roberto Kalil Filho, o AVC foi causado pelo rompimento de um aneurisma diagnosticado há dez anos.