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Gaeco começa a ouvir suspeitos presos durante operação Dilúvio

Caso a investigação requeira novas diligências e averiguações, as prisões podem ser prorrogáveis por mais 30 dias, período necessário para oitiva e análise das provas

Thassiana Macedo
Publicado em 27/08/2016 às 20:35Atualizado em 16/12/2022 às 17:34
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O Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) tem até 10 de setembro para encerrar as investigações sobre a quadrilha que atuava no roubo de carros, tráfico de drogas e explosões de caixas eletrônicos em Uberaba. Este mês, 24 membros da organização criminosa foram presos durante a operação “Dilúvio”. Eles estão sendo ouvidos pelos promotores Eduardo Pimentel e José Carlos Fernandes Júnior.

As prisões temporárias realizadas no dia 11 de agosto, autorizadas pela Justiça, têm validade de 30 dias. Caso a investigação requeira novas diligências e averiguações, as prisões podem ser prorrogáveis por mais 30 dias, período necessário para a oitiva dos envolvidos e a análise das provas para o ajuizamento das ações penais.

Durante a ação foram apreendidos coletes balísticos, dinheiro, grande quantidade de drogas, rádios HT na frequência da polícia, celulares e computadores, bem como foram recuperados sete veículos roubados pela organização em Uberaba. Um dos líderes da quadrilha, que se encontrava escondido em Ribeirão Preto (SP), também foi preso com a ajuda do Gaeco daquela cidade. Outros oito envolvidos já se encontravam recolhidos na penitenciária de Uberaba, sendo que um deles estava prestes a ser solto.

Inicialmente, durante as investigações realizadas há três meses, o Gaeco apurou que a quadrilha se organizava em células, sendo que cada uma tinha uma linha de atuação. Ou seja, uma destinava-se ao roubo de veículos, outra ao tráfico e a célula especializada na explosão de caixas eletrônicos, com alto grau de periculosidade. A partir da oitiva dos suspeitos será possível caracterizar a participação exata de cada membro na quadrilha e quais foram os crimes cometidos por eles através da organização criminosa.

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