O Governo Federal,através do Ministério de Minas e Energia,negou a suspensão da bandeira escassez hídrica na conta de luz. O meu pedido de alívio aos mineiros foi motivado não somente pelos efeitos da pandemia, mas também pelos graves impactos recentes das chuvas em nosso Estado. — Romeu Zema (@RomeuZema) January 27, 2022
Não vai ser dessa vez que a conta de energia vai ficar mais barata para os mineiros. Segundo o governador Romeu Zema (Novo) divulgou em suas redes sociais nesta manhã (27), o Ministério de Minas e Energia negou a suspensão da cobrança da bandeira de escassez hídrica em Minas Gerais.
O pedido havia sido feito ao ministro Bento Albuquerque há duas semanas, sobretudo em decorrência das fortes chuvas que deixaram um rastro de destruição em Minas Gerais. Na solicitação, Zema pediu “solidariedade aos mineiros”, já que tanta água agravou ainda mais a fragilizada situação econômica no Estado.
“O meu pedido de alívio aos mineiros foi motivado não somente pelos efeitos da pandemia, mas também pelos graves impactos recentes das chuvas em nosso Estado”, publicou Zema no Twitter.
A bandeira de escassez hídrica foi determinada pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) no fim de agosto do ano passado, com o objetivo de custear gastos “excepcionais” de acionamento de usinas térmicas e importação de energia. A crise hídrica estava no auge à época. O valor cobrado é de R$ 14,20 a cada 100 quilowatt-hora consumido e está programado para ser pago pelos brasileiros até abril de 2022.