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Helicóptero da PM cai durante treinamento com cinco a bordo

As causas da queda ainda serão apuradas; os militares conseguiram sair e receberam atendimento médico

Publicado em 25/04/2019 às 07:06Atualizado em 17/12/2022 às 20:13
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Divulgação

A aeronaque que caiu se tratava de uma AS 350 B3, Esquilo; as causas ainda serão apuradas

Helicóptero Pégasus da Polícia Militar (PM) caiu na tarde de quarta-feira em Ribeirão das Neves, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, durante exercício que era realizado no Centro de Instrução da PM na MG-806. Cinco pessoas ocupavam a aeronave no momento da queda e foram socorridas. O helicóptero teria se incendiado após a queda. Tratava-se de uma AS 350 B3, Esquilo – aeronave adquirida em 2014, a mais nova da corporação.

Segundo o major Flávio Santiago, porta-voz da corporação, a princípio, a aeronave teve uma perda de sustentação durante a ação dos militares. “Em treinamento com cinco tripulantes, no Centro de Instrução da Polícia Militar, em Ribeirão das Neves. Preliminarmente, tivemos a informação que a aeronave teve uma perda de sustentação durante um treinamento que era necessário. Nós temos que fazer uma série de treinamentos protocolares”, afirmou.

Os cinco militares conseguiram sair da aeronave a tempo e foram encaminhados para o hospital. Entre as vítimas está o major Leonardo, que não se feriu com gravidade, o tenente Neto, que teve escoriações na mão e sofreu uma pancada na cabeça. Outros dois sargentos se feriram. Um deles, Ragner, bateu forte com a cabeça e teve um corte no local. Além disso, teve um ferimento profundo no glúteo. Outro sargento, Peter, fraturou o braço esquerdo. O subtenente Matos teve escoriações leves.

O helicóptero é o mais utilizado pelas polícias no mundo, segundo informou a corporação. A AS B3, Esquilo tem capacidade de 6 passageiros e fazia parte de um treinamento do curso de formação de tripulantes operacionais. Ainda não se sabe as causas do acidente, mas será realizada a perícia ainda nesta quinta-feira. A investigação fica a cargo da Força Aérea Brasileira (FAB), por meio do Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa).

Os militares foram conduzidos para atendimento médico

*Com informações do Estado de Minas

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