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Homem que matou jardineiro é condenado a seis anos de prisão

O advogado do réu, Cleber dos Santos Rosa, utilizou a tese da legítima defesa. Já a acusação, feita pelo promotor Alcir Arantes, buscava a condenação por homicídio simples

Daniela Brito
Publicado em 28/08/2014 às 22:21Atualizado em 17/12/2022 às 09:01
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Plínio Silva de Morais foi condenado ontem em júri popular pela morte de Reinaldo Matias de Araújo. O julgamento foi realizado no Fórum Melo Viana.

De acordo com a denúncia, a vítima foi assassinada no bairro Esplanada, na região do bairro de Lourdes, no dia 7 de novembro de 2010. O jardineiro, de 35 anos, foi atingido com um tiro certeiro no lado direito do peito. Ele teria sido morto após uma discussão por conta de uma dívida de R$5. Antes do crime, os dois estavam ingerindo bebida alcoólica juntos, acompanhados de outras pessoas em um bar, quando se desentenderam.

O advogado do réu, Cleber dos Santos Rosa, utilizou a tese da legítima defesa. Já a acusação, feita pelo promotor Alcir Arantes, buscava a condenação por homicídio simples, nos termos da denúncia do Ministério Público.

Mas por quatro votos a três, o Conselho de Sentença do Tribunal do Júri concordou com a acusação, de que Plínio praticou homicídio simples contra a vítima.

A pena, dosada pelo juiz presidente, Ricardo Cavalcante Motta, foi de seis anos de prisão em regime semiaberto. Porém, o juiz negou-lhe o direito de recorrer em liberdade visto que o réu responde por outros crimes. Entre eles está a tentativa de homicídio praticada pelo ex-sogro Antônio Roberto Nunes de Oliveira Nunes, registrada em dezembro de 2012, no bairro Seriema. O advogado de defesa, em entrevista ao Jornal da Manhã, afirma que irá recorrer da decisão.

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