GERAL

Hortifrutigranjeiros estagnam em preços baixos

Secretário da Sagri, Danilo Siqueira, alerta o consumidor para aproveitar os preços abaixo do comum e compor a sua mesa

Publicado em 12/09/2014 às 21:36Atualizado em 17/12/2022 às 03:44
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Em levantamento feito na segunda-feira, 8, na Central de Abastecimento (Ceasa) de Uberaba da Secretaria de Agricultura, Pecuária, Pesca e Abastecimento (Sagri), foi constada a estagnação nos preços. Apenas o jiló teve uma alteração em seu valor, visto que todos os outros mantiveram os preços da semana passada.

A batata-inglesa permanece na casa dos R$ 35,00 o saco de 50 kg. A cebola, na quantidade de 20 kg, sai por R$ 25,00, e o tomate permanece no valor de R$ 35,00. As folhosas mantêm os preços baixos. A alface sai por R$ 12,00 a dúzia. A mesma quantidade de couve mantém seu preço de R$ 30,00, como também o repolho, de R$ 15,00.

De acordo com João Carlos Caroni, orientador de mercado da Ceasa, os preços estão abaixo do comum, pois refletem na quantidade ofertada com a capacidade de compra do brasileiro. “Nesta época de sol mais quente, algumas hortaliças amadurecem mais rápido, o que permite ao produtor disponibilizar seu produto também com mais rapidez. Além disso, o poder aquisitivo do brasileiro anda limitado e o mesmo acaba tirando as hortaliças de sua prioridade”, explica.

O jiló, único produto a ter alteração de preço em relação à semana passada, foi de R$ 40,00 para R$ 30,00. As frutas também mantêm seus preços e se mostram bem atrativas para o consumo. A laranja beira-rio sai por R$ 15,00 a quantidade de 22 kg e a melancia continua valendo R$ 1,20.

Apesar do bom momento para o consumidor e a grande oferta no mercado atualmente, Caroni conta que o produtor já está em alerta devido à seca. “Os produtores se mostram preocupados, pois no próximo mês vem a época mais difícil para o cultivo de hortaliças. Em setembro e outubro, o clima não favorece a produção, o que pode afetar na capacidade de oferta”, explica João Carlos.

O secretário da Sagri, Danilo Siqueira, alerta o consumidor para aproveitar os preços abaixo do comum e compor a sua mesa com produtos saudáveis e naturais. “Esta boa oferta na atualidade permite que os produtos cheguem à mesa do uberabense com valores mais baixos. Quanto mais se compra no Ceasa de Uberaba mais se fomenta a horticultura, aumentando a oferta e abaixando os preços, por isso é importante que varejistas daqui deem preferência aos produtos da nossa terra”, finaliza Siqueira.

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