Quando chega o período chuvoso, várias ruas e avenidas da cidade são praticamente destruídas, com diversos buracos em vários pontos diferentes. O assunto esteve em pauta no Fórum JM durante a semana e os internautas opinaram sobre o que poderia ser feito para evitar a recorrência desse problema, tendo em vista os poucos recursos financeiros disponíveis à administração municipal. A maioria dos leitores acredita que se a qualidade asfáltica fosse melhor, o problema aconteceria com menos frequência.
A professora Maria Dolores Vieira, moradora do Jardim Itália, salienta quais são os pontos críticos que envolvem a situação atual na cidade. “Acredito que o problema é porque buscam uma mão de obra barata, com produtos inferiores. Por isso, o produto final é de má qualidade. Se fizessem um serviço bem feito já na primeira vez, com certeza, um período chuvoso não estragaria tanto esse asfalto. Outra coisa que destaco é que os caminhões e tratores deveriam ser evitados de trafegar nas principais ruas e avenidas, já que o peso deles estraga a malha asfáltica. Espero que a Prefeitura não busque apenas preço baixo, mas qualidade também”, destaca.
Na avaliação da Mariana Costa, do Volta Grande, o problema é muito mais sério. “Se utilizassem materiais de boa qualidade, seria muito menos necessário o recapeamento por ano. Como acredito na capacidade técnica dos engenheiros responsáveis por este serviço, e sabendo das condições políticas que a projeção destes serviços se dá, parece ser má-fé mesmo”, opinou.
O internauta Reginaldo da Silva Batista, do Uberaba I, ressalta que as obras asfálticas merecem um acompanhamento durante e após a conclusão para evitar transtornos posteriores e serviços de má qualidade. “Temos ruas e avenidas com obras de adutora em plena época de chuvas, o que demonstra total falta planejamento. Na avenida Djalma Castro Alves tem obras que nem acabaram e já sabemos que vai ser preciso (re) fazer o revestimento com asfalto novamente. Vamos cuidar melhor do “dinheiro público, pois os ‘retrabalhos’ são desperdícios de recursos e sinal de incompetência”, afirma.