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Investimentos federais em ferrovias serão prioridade em 2018, diz Moreira Franco

O objetivo, segundo o ministro-chefe, é fazer uma “entrega robusta” de projetos que tragam investimento para escoamento da produção agropecuária

Publicado em 25/12/2017 às 15:55Atualizado em 16/12/2022 às 07:49
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O ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência, Moreira Franco, afirmou, nesta semana, que o governo federal se dedicará mais intensamente à criação de parcerias com o setor privado para destravar a malha ferroviária do País em 2018. O objetivo, segundo ele, é fazer uma “entrega robusta” de projetos que tragam investimento em ferrovias para que o escoamento da produção agropecuária brasileira possa ocorrer com menos custos logísticos.

“Nós precisamos, no ano que vem, nos dedicar obcecadamente para a questão ferroviária. O Brasil não pode mais continuar com o sistema ferroviário que tem. O custo que isso provoca, o dano que isto causa à nossa principal sustentação econômica, que é o agrobusiness, é brutal". Moreira Franco afirmou também que, não fosse a "produtividade altíssima e brutal" do setor, os custos poderiam comprometer a competitividade.

Moreira Franco concedeu entrevista coletiva para apresentar um balanço do Programa de Parcerias de Investimentos (PPI), lançado no ano passado para viabilizar privatizações e demais concessões à iniciativa privada para empreendimentos em diversos setores. Segundo o ministro, ao garantir uma melhor logística será possível trazer mais segurança ao setor agrícola.

Balanço

Dos 145 projetos qualificados para o PPI, 70 já foram concluídos desde maio de 2016, quando o programa foi lançado. O ministro lembrou que as concessões não foram feitas para “sustentar o esforço do equilíbrio fiscal” e, por este motivo, R$ 142 bilhões foram garantidos para investimentos e somente R$ 28 bilhões em outorgas. “O objetivo não é para obter outorgas. O indutor é o investimento, que cria condições de produtividade. Já o aumento do consumo enfraquece o ambiente financeiro, fiscal e tem vida curtíssima”, disse.

As concessões envolvem contratos assinados e leilões de áreas como linhas de transmissão de energia elétrica, óleo e gás, aeroportos e terminais portuários. De acordo com o governo, 75 novos projetos estão em andamento, com investimentos previstos de R$ 132,7 bilhões tendo como foco o setor de transporte. Empresas de 16 países já participaram dos leilões realizados.

Fonte: Agência Brasil

 

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