GERAL

Julgamento de homicídio é adiado por motivo de saúde de defensor

Trata-se de crime antigo, ocorrido há cerca de 17 anos, na região rural do município; o réu é Donizete de Oliveira, que responde ao processo em liberdade

Thassiana Macedo
Publicado em 07/04/2017 às 07:26Atualizado em 16/12/2022 às 02:26
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Júri que estava marcado para ocorrer ontem foi adiado para dia 19 de abril e será realizado às 9h, no salão do Tribunal do Júri de Uberaba, pelo afastamento temporário do defensor público Glauco de Oliveira Marciliano por motivo de saúde. Trata-se de crime antigo, ocorrido há cerca de 17 anos, na região rural do município. O réu é Donizete de Oliveira, que se encontra respondendo ao processo em liberdade.

Donizete é acusado pelo homicídio simples de José Luiz Rodrigues. O crime teria ocorrido em 23 de janeiro de 2000, dentro da fazenda Jatobá, na zona rural do município de Uberaba. Consta no processo que José Luiz namorava uma das enteadas de Donizete. Certa vez, a vítima informou ao acusado que levaria a jovem para morar com ele, o que teria desagradado Donizete na ocasião, pois ele não concordava com a medida.

No dia dos fatos, os dois se encontravam em uma confraternização, onde fizeram uso de bebida alcoólica. Segundo a denúncia do Ministério Público, foi apurado que em determinado momento da reunião a vítima ficou agressiva e teria partido para cima do acusado. Em razão disso, Donizete teria efetuado alguns disparos de espingarda contra José Luiz, o que lhe causou a morte ainda no local da discussão.

No julgamento, a acusação será realizada pelo promotor de Justiça Roberto Pinheiro e a defesa, sustentada pelo defensor público Glauco de Oliveira Marciliano. O juiz presidente é Fabiano Garcia Veronez, titular da 2ª Vara Criminal de Uberaba. Três testemunhas serão ouvidas pelos jurados.

Outro caso. No dia anterior, dia 18, será o julgamento de Getúlio Hermínio da Silva, o “Leandro Mudinho”, acusado pelo homicídio de Bruno Vinícius Silva. O crime aconteceu em 5 de outubro de 2016 na porta de uma drogaria na avenida Leopoldino de Oliveira. Segundo os autos, vítima e autor iniciaram uma discussão, quando a vítima teria pedido emprestado um isqueiro ao autor para fazer uso de drogas. Getúlio teria negado o empréstimo e assim se agrediram mutuamente. Na mesma noite, Bruno e Getúlio se encontraram, momento em que a vítima se armou com um pedaço de madeira e “Leandro Mudinho”, na posse de uma faca, perseguiu a vítima e desferiu-lhe um golpe, causando perfuração no tórax de Bruno de três centímetros, levando-o à morte no local.

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