Desfecho diferenciado para dupla levada a júri popular na tarde de ontem, acusados de matar Rocky Hudson Castro Duraes
Desfecho diferenciado para dupla levada a júri popular na tarde de ontem. Um dos réus acusados de matar o vigilante Rocky Hudson Castro Duraes acabou absolvido, enquanto outro deve cumprir sete anos de reclusão.
Os jurados absolveram o réu Luiz Gonzaga Cintra Júnior a partir da defesa feita pelo advogado Lucas Teixeira de Ávila, que sustentou a negativa de autoria de seu cliente. Por sua vez, o réu Edmar Alves Borges foi condenado, ainda que conseguindo se livrar de qualificadora. Sua condenação foi estipulada por homicídio simples, definição legal mais branda daquela modalidade de crime.
Edmar foi condenado como autor dos tiros que mataram o vigilante Rocky Hudson, de 27 anos de idade, crime ocorrido em abril de 2006, motivado por rixa entre eles. Rocky morreu com dois tiros, incluindo um na cabeça, sendo surpreendido em um bar no cruzamento entre as ruas Abadia dos Dourados e Dom Pedro II.
O julgamento de hoje constante da pauta da 2ª Vara Criminal de Uberaba não será realizado em razão de o réu estar preso em outra cidade. A informação de que Ricardo Parros encontra-se na penitenciária de Patrocínio só chegou ontem, não havendo tempo suficiente para que ele seja intimado da sentença ou mesmo que responda se concorda com a realização do júri sem sua presença.
Trata-se de réu confesso em assassinato contra antigo travesti da rua São Lourenço. Conforme consta na denúncia do Ministério Público, a vítima José Antônio Ferreira era quem mantinha o réu financeiramente até a data do crime, praticado dentro de um Opala.
Tribunal do Júri de Uberaba julga na próxima segunda-feira (29) André Luís Jerônimo, que responde na prisão pela morte de Valdinei Aparecido Costa, mais conhecido como “Barraca”, executado em junho de 2006 no Parque das Américas.