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Júri absolve réu acusado de ajudar amigo a matar homem na Vila Militar

Júri absolveu Phelipe Martin Ferreira Uramoto. Ele havia sido pronunciado pelo homicídio qualificado de Wesley Henrique Ferreira

Thassiana Macedo
Publicado em 15/06/2017 às 21:52Atualizado em 16/12/2022 às 12:39
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Tribunal do Júri absolveu Phelipe Martin Ferreira Uramoto. Ele havia sido pronunciado pelo homicídio qualificado de Wesley Henrique Ferreira, 35 anos. O crime ocorreu em 19 de dezembro de 2015 na rua do Trabalhador, na Vila Militar. No ano passado, os jurados decidiram condenar Vitor Henrique Brito, vulgo “Xuxa”, pronunciado junto com Phelipe pelo mesmo crime. O réu foi condenado à pena de 12 anos de prisão em regime inicialmente fechado.

O advogado Vitor Rachid Colucci Daher sustentou a tese de negativa de autoria. Segundo a defesa, Phelipe não sabia da intenção homicida de Vitor Henrique, por isso ele não teria participado, em momento algum, de nem um dos atos preparatórios ou executórios do crime.

Conforme depoimento de uma testemunha à Polícia Militar, a vítima encontrava-se em sua residência quando alguém tocou a campainha e chamou por Wesley. Ao abrir o portão, ele foi surpreendido por um homem armado, conhecido como “Xuxa”, que disparou várias vezes contra a vítima, alvejando-a no tórax e abdômen, e depois fugiu.

Os militares se dirigiram a uma casa no bairro São Sebastião, onde “Xuxa” estaria participando de um aniversário. No endereço, a equipe abordou Phelipe. Segundo o Ministério Público, em consulta ao seu aparelho celular, os policiais verificaram mensagens ligadas ao caso e trocadas por meio de rede social. De acordo com a denúncia, Phelipe pediu a outro indivíduo que lhe vendesse uma arma, pois precisava resolver “umas coisas”. Minutos depois, Phelipe teria contado a um amigo que Vitor havia matado a vítima e que ele teria facilitado a fuga do acusado.

Porém, essa tese foi refutada pelos jurados. Segundo Vitor Rachid, ficou comprovado que as mensagens diziam respeito somente ao que havia ocorrido. Para o advogado, eram apenas mensagens costumeiras trocadas entre amigos que comentam sobre determinado fato e sobre o que de fato havia acontecido e não davam conta de um ajuste prévio para o cometimento do crime de homicídio.

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